
Se Terra é o nome do mundo, chamamos o nosso mundo de Chão. Num bioma antropogénico do sul de Portugal, habitado por humanos desde o Neolítico, o solo desdobra-se como um composto de tempo, palavras e imagens, de gestos de cuidado, de magia e de luta. Uma homenagem aos corpos que têm plantado, podado, cavado, okupado, curado, cantado e morrido sobre terras erodidas.
Projecto com o apoio financeiro de: ANFAA, Amidex / IDEAS, CNRS, amU
Bio da artista
Daniela Rodrigues (1984, Portugal) é antropóloga e artista visual com formação em desenho e filme etnográfico. O seu trabalho combina práticas artísticas e académicas e foca gestos quotidianos de cuidado enquanto práticas de resistência. É atualmente investigadora de pós-doutoramento no projecto ANFAA/amidex, IDEAS, na Universidade de Aix-Marseille, onde explora perspetivas onto-epistemológicas sobre o solo. Daniela é membro do Núcleo de Antropologia Visual e da Arte (NAVA/CRIA, Portugal) e do Comité de Antropologia Visual (CAV) da Associação Brasileira de Antropologia. É cooperadora da Minga – Cooperativa Integral (Montemor-o-Novo) e integra o Laboratório da Torre e a associação cultural Fogo Posto.
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- Eventos
26 jun 2026
Convento de S. Francisco
Horário
21:30


