
MIGUEL JAQUES, jogral alentejano. A tocar dois álbuns de canções em concerto: Estrangeiro (2021) e Chuva Vem (2025/26).
Estrangeiro tenta responder à pergunta “se tivesse existido uma Motown no Alentejo dos anos 70, qual teria sido o seu som?” Pianos percussivos, linhas de baixo melódicas, e ritmos intricados acompanham letras que reflectem vivências no interior do país.
Chuva Vem é fruto de outra interrogação: “se a música blues quando tocada com guitarras eléctricas gerou o rock’n’roll e a música tende do norte de África quando amplificada gerou o chamado ‘desert blues‘, que tipo de música teríamos se amplificássemos as modas acompanhadas à viola do Baixo Alentejo?”.
BIOGRAFIA
Miguel Jaques (1993) é um músico e artista multidisciplinar cujo percurso engloba a composição e escrita de canções, o desenho, e a performance. É autor dos álbuns Mosquete (2020), Estrangeiro (2021), Miau-Miau (2022), Chuva Vem (2025); do livro A Arca de Não É (2018); e co-criador da peça Auto-Deus (2019).
- Música e Performance
12 set 2026
OFICINAS DO CONVENTO
Horário
21h30
Local
Convento de São Francisco, Montemor-o-Novo


